A prisão ocorreu após cerca de duas semanas de trabalho de inteligência realizado pela Polícia Civil do Rio em apoio à Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de Goiás por suspeita de estelionato e falsidade ideológica. Segundo a corporação, o homem foi encontrado enquanto caminhava pelas ruas da região central do Rio. Ele não ofereceu resistência.
Ele já havia sido investigado por suspeitas de fraudes semelhantes no Rio e em São Paulo. Em 2022, policiais apreenderam celulares, chips, dinheiro, bolsas e anotações em um imóvel ligado à família dele na Avenida Vieira Souto, em Ipanema, na Zona Sul do Rio.
Na época, uma investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo apontou que duas mulheres haviam transferido R$ 5 mil por meio de Pix para comprar bolsas de grife anunciadas em uma página nas redes sociais. Após o pagamento, segundo o inquérito, elas teriam sido bloqueadas e não receberam os produtos.
A apuração também apontou que Maffei aparecia como autor em outros registros policiais no Rio. Entre os casos investigados havia suspeitas de fraude envolvendo o aluguel de um imóvel por temporada e a retirada de uma bolsa de uma loja mediante a apresentação de um comprovante de depósito falso.
Em outro inquérito, também de 2020, ele foi investigado por um furto ocorrido em um imóvel na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste. Segundo o registro, foram levados relógios de luxo, computador, equipamentos musicais, instrumentos e roupas. Uma câmera de segurança teria registrado a ação.
Na ocasião, os investigadores também apuravam se Maffei atuava sozinho ou fazia parte de uma estrutura maior. A suspeita era de que o esquema pudesse ter feito vítimas em diferentes estados.
Agora, após o cumprimento do mandado expedido pela Justiça de Goiás, Maffei será encaminhado ao sistema prisional do Rio e ficará à disposição da Justiça






