A investigação teve início na noite de domingo (1º), quando os agentes receberam informações de que um homem havia atirado na cabeça da companheira, na comunidade de Rio das Pedras.
Ao ser localizado, Anderson afirmou que o disparo teria ocorrido acidentalmente, enquanto manuseava uma pistola dentro da residência. Segundo a versão apresentada por ele, após atingir a companheira, jogou a arma no chão e prestou socorro à vítima.
No entanto, durante as buscas no imóvel, os policiais não encontraram a pistola no local indicado pelo homem. O armamento estava escondido na laje da residência, entre tijolos e telhas, dentro de uma bolsa que também continha um revólver, munições e carregadores, incluindo um modelo alongado.
As investigações seguem em andamento para esclarecer a dinâmica do crime, especialmente as circunstâncias do disparo e da ocultação das armas. Inicialmente, Anderson foi preso por tentativa de feminicídio e posse ilegal de arma de fogo de uso permitido. Com a confirmação da morte da companheira, a tipificação do crime passa a ser feminicídio.
A reportagem tenta contato com a defesa de Anderson Barbosa. O espaço está aberto para manifestação.






